Dicionário de TVP

Dicionário de termos em Terapia de Vidas Passadas, Regressão, Estados Alterados de Consciência, Hipnose e Psicologia.

 

 

 

Abaixo você encontrará uma série de termos comumente usados pelos autores e pesquisadores da Terapia de Regressão (ou TVP). 

A opinião dos autores citados não refletem necessariamente a opinião do autor desta Homepage.

 

 

 

 

 

 

Carma: No dicionário Aurélio: " Nas filosofias da Índia o conjunto de ações dos homens e suas conseqüências".  Regis Mesquita: " uma das facetas do carma se refere à lei de causa e efeito segundo a qual sua ação, tanto física e quanto moral, terá conseqüências para sua vida." Morris Netherton: "envolve um sistema de julgamento Divino. Cada homem é julgado com base em todos os atos de sua vida, e seu próximo estado corpóreo e seu castigo ou recompensa. ... É um débito devido pela própria pessoa, para ser pago pela própria pessoa, num tempo que a pessoa decide, de uma maneira escolhida por ela mesma. Não pode nunca ser usado como uma desculpa, porque todos tem a possibilidade de pagar seu débito, ficar em paz consigo mesmo, em qualquer tempo que quiser fazê-lo. ... Para pagar seus débitos, uma pessoa deve selecionar seus moldes de vida e tomar a responsabilidades de ser a pessoa que é. ...Tomar responsabilidade por sua vida. Responsabilidade não é culpa, censura, vergonha ou castigo. É simplesmente saber que você é a causa da sua vida. E você que a escolheu (não pai ou Criador). Você foi, de alguma maneira, a mesma pessoa, por séculos. Você deve saber quem aquela pessoa é, e você deve concordar com você mesmo, que você agirá de uma maneira responsável, entendendo exatamente quais são as suas fraquezas e forças, para alcançar o potencial pessoal dentro de si próprio”

 

COEX:  Sistema de experiências condensadas, termo cunhado por Stanislav Grof. “Um sistema Coexé uma constelação dinâmica de memórias ( e material de fantasias a elas associadas) de diferentes períodos da vida individual, tendo como denominador comum uma grande carga emocional de mesma qualidade, intensa sensação física do mesmo tipo, ou o fato de compartilharem alguns outros elementos importantes”. (Livro 1, pág 97) Este conceito é bastante parecido com o termo complexo de C. G. Jung.  
(Vide Complexo Cármico.)

 

Complexo Cármico: Complexo, termo criado por C.G. Jung, é “uma reunião de imagens e idéias, conglomerado em torno de um núcleo derivado de um ou mais arquétipos, e caracterizado por uma tonalidade emocional comum” (Dicionário de Análise Junguiana, pág. 47) Jung acredita que estes complexos se formam na vida atual da pessoa, a partir de sua infância, sobre uma base arquetípica. Roger Woolger, psicólogo ligado à TVP, acredita que quando nascemos nossos complexos mais importantes já estão estruturados, por trazerem conteúdos de vidas passadas e terem se formado a partir de experiências de vidas passadas e intra-uterinas. Desta sua visão é que nasceu o termo complexo cármico.

O Complexo cármico é composto dos seguintes aspectos (os aspectos com asterisco são os que compõem o complexo de Jung):

1)      Existencial – realidade atual da vida do indivíduo (*)

2)      Biográfico – infância e recordações fragmentadas (*)

3)      Somático – corpo (*)

4)      Perinatal – nascimento e vida intra-uterina

5)      Vida Passada – conteúdos de outras vidas

6)      Arquetípico – imagens mitológicas, formas universais (*)

(Vide Coex)

 

Concepção (momento da): Tecnicamente é o momento em que o óvulo e o espermatozóide se fundem criando uma nova vida.  Neste momento a alma (antiga) inicia sua ligação com o corpo (novíssimo). A alma “marca” este novo corpo com as impressões de outras vidas e com o plano de vida para esta vida. Portanto, o momento que vai da concepção ao nascimento é muito propício para a “entrada” de conteúdos de vidas passadas nesta vida que se inicia.

 

Conclusão: corresponde ao momento final de uma experiência (normalmente emocionalmente significativa) na qual tentamos entender intelectualmente o que aconteceu, e tomamos decisões que servirão para nortear nossas experiências futuras. Ex: um bebê, ainda no útero, quase morre devido à uma tentativa de aborto da mãe. Ele conclui, a partir desta experiência, que quando uma pessoa incomoda aos outros ela corre risco de vida e decide que em sua vida não vida não vai incomodar ninguém. A conseqüência desta decisão foi o desenvolvimento de uma personalidade introvertida e tímida. 
Obs: este exemplo é real, obtido através de regressão e comprovado pela transformação da personalidade da pessoa. A dinâmica psíquica do feto é pouco conhecida e depende ainda de muita pesquisa, mas certamente é muito mais ativa do que imaginamos normalmente.
   

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Conclusão de vida: a conclusão que acontece quando a pessoa morre. Na TVP, trabalhar com este momento é de grande importância pois esta conclusão corresponde ao “fechamento” de uma vida, dando-lhe seu significado final.

 

Constatação: parte importante na formação do trauma. Corresponde ao momento, após a situação traumática, em que a pessoa constata o que aconteceu. É importante pois neste momento a pessoa desenvolve uma série de crenças e toma decisões que podem afeta-la por muito tempo. (Veja o termo predição).

 

Criptomnésia: Segundo o dicionário "Aurélio": distúrbio de memória em que o indivíduo tem como novo um conhecimento que já possuía.
Alguns críticos da TVP acreditam que as memórias relembradas na sessão de regressão nada mais são do que conhecimentos acumulados durante a vida da pessoa (ao ver televisão, ler livros e revistas, etc) que ficaram no inconsciente e que emergem durante as sessões e a pessoa acredita na sua "novidade e autenticidade". Ex: a pessoa que relembra estar numa batalha utiliza lembranças de batalhas que já viu em filmes, na escola, etc.
Esta crítica é parcialmente correta, pois a memória (seja de uma vida passada, seja de um mês atrás) dificilmente emerge "pura e limpa". Toda memória sofre influência da nossa personalidade, dos nossos valores e crenças, do nosso momento existencial, dos nossos conhecimentos e fantasias, enfim, atuamos como um filtro da realidade. As memórias possuem graus variados de contaminação. Daí a importância de realizar esta terapia somente com profissionais bem treinados, pois as técnicas que utilizamos servem justamente para tentar diminuir ou anular este problema.
A própria memória de vidas passadas é uma memória preexistente, inconsciente e que "redescobrimos" durante o processo terapêutico.


Ego: Termo desenvolvido por Freud, corresponde a uma instância psíquica encarregada de mediar os imperativos do id, superego e da realidade externa. Aproxima-se do que normalmente chamamos de nosso Eu. “Percebeu-o (o ego) como o centro da consciência ... Embora o Ego tenha a ver com assuntos tais como identidade pessoal, manutenção da personalidade, continuidade além do tempo, mediação entre campos conscientes e inconscientes, conhecimento e teste de realidade, também deve ser considerado como uma instância que responde as necessidades de uma outra que lhe é superior. Esta é o Self, o princípio ordenador da personalidade como um todo” (Livro 5, pág. 65). 
(Veja o termo Self)

 

Experiência de Quase Morte (EQM): ocorre com pessoas que foram ressuscitadas quando estavam muito próximoas da morte. Vários pesquisadores colheram os relatos destas pessoas sobre suas experiências, que concordam entre si em grande parte, na qual um dos dados revelados é a observação do próprio corpo de um ponto exterior a este.

 

Foco: a cada sessão é estabelecido um foco de trabalho. Este foco corresponde a uma centralização da atenção para um determinado assunto, que será utilizado para atingir a regressão. Sua importância reside no fato de, ao se concentrar em um assunto, forma-se um “campo de proteção” psíquica que dificulta a emersão de pensamentos, emoções e sentimentos alheios ao tema focado. Estabelecer um bom foco ajuda a evitar confusão e dispersão durante a regressão.

 

Hipnose: “a hipnose é um estado de estreitamento de consciência, provocado artificialmente, que geralmente (mas nem sempre) se parece com o sono, porém fisiologicamente dele se distingue, e que se caracteriza pelo aparecimento espontâneo (ou em resposta a um estímulo verbal, ou a outro qualquer) de uma variedade de fenômenos que incluem: 1- alteração da atenção; 2- alteração da memória; 3- aumento da sugestionabilidade; 4- produção no paciente de idéias e respostas diferentes daquelas do seu estado mental normal; 5- alterações motoras e sensoriais; 6- aumento da labilidade dos processos regulados pelo sistema nervoso autônomo” (livro 4, pág 16).

A hipnose possui diferentes graus de profundidade do transe: hipnoidal, leve, médio, profundo e sonambúlico. A susceptibilidade à hipnose é individual.

 

Intermissão: Intermissão é o momento entre duas missões, ou seja, entre duas encarnações. Neste momento é trabalhado (mais comumente) a avaliação sobre o que a pessoa fez, (sentiu, aprendeu, ...) em uma encarnação anterior ou quais são os planos (decisões, experiências, ...) que pretende desenvolver em uma vida posterior.

 

Plano de vida: Diz respeito ao planejamento que a pessoa realiza para sua vida antes de nascer ou aos planos que ela traça sobre uma futura e hipotética vida. Ex: um paciente que havia morrido (em outra vida) em um acidente de carro, respondeu (analisando sua vida que terminava) que se tivesse outra vida gostaria de ter um defeito físico que o limitasse a fazer as coisas de um modo impulsivo, inconseqüente e auto-destrutivo.

 

Pós- morte: momento após a morte. Durante a regressão este momento é muito importante, pois é nele que obtemos a conclusão de vida e o plano de vida.

 

Predição: parte importante na formação do trauma. Corresponde ao momento em que a pessoa pressente que vai acontecer a situação traumática. Ex: no instante anterior a um acidente de carro, quando a pessoa descobre que vai bater, e segundos depois ocorre o acidente. Este momento é importante pois o pensamento, o sentimento, a sensação e a intuição do que acorrerá são partes estruturantes do trauma. (Veja o termo constatação)

 

Perinatal: " Diz-se dos períodos imediatamente anterior e posterior ao parto". (Dicionário Aurélio)

 

Período pré-natal: inicia-se no mento da concepção e finaliza quando termina o nascimento. Neste momento há o encontro de uma alma antiga, um corpo que se forma e uma mãe que gera. Dessa união vão  acontecer as primeiras experiências do novo ser, muitas dessas serão tão marcantes que o acompanharão por todo a vida.

Vários problemas se originam neste momento, ou são problemas de outras vidas que são dinamizados por experiências intra-uterinas e passam a atuar na vida atual. Ex: um paciente cuja queixa era pouco desejo sexual regrediu ao quarto mês de gravidez quando a mãe teve problemas na gestação e teve que convencer o marido a não terem relação sexual para não correr o risco de abortar. Esta relação sexo-morte dinamizou a lembrança de uma vida passada na qual houve um trauma relacionado à sua sexualidade que resultou em morte. Daí se configurou na mente do paciente a relação sexo/morte/perigo/trauma.

 

Psiconeuroimunologia: uma nova área da ciência que estuda a interrelação entre a mente, o corpo e o sistemas imunológico. Esta área tem ajudado a explicar como um trabalho com a mente (como a TVP) consegue atingir positivamente o funcionamento do corpo.

 

Queixa: é aquilo que o paciente procura melhorar através da TVP. Geralmente corresponde ao motivo que o fez procurar a terapia. Ao contrário de outros tipos de terapia, na TVP é necessário que a queixa esteja muito bem delineada  e clara. Este trabalho de delineamento da queixa é feito, costumeiramente, coma ajuda do terapeuta. Quando o paciente apresenta mais de uma queixa é necessário escolher uma delas para trabalhar primeiro.

 

Rapport: termo em inglês, utilizado em alguns meios terapêuticos para designar o relacionamento paciente-profissional. O ideal é que existe um bom rapport, ou seja, confiança, respeito, simpatia e cooperação de ambas as partes.

 

Reencarnação: conceito filosófico segundo o qual a existência da alma independe do corpo e que esta alma pode renascer em diferentes corpos várias vezes. A idéia central e majoritária é que através das inúmeras reencarnações o espírito pode se aperfeiçoar e evoluir.

Existem variações entre as diferentes escolas que pregam a reencarnação. Algumas acreditam que a alma possa se dividir e animar várias pessoas. Outras acreditam que o reencarne pode acontecer tanto em humanos quanto em animais, etc.

O conceito de reencarnação é um postulado filosófico que também é utilizado por religiões para fundamentar suas crenças. A TVP, enquanto técnica terapêutica, não se liga a nenhuma religião ou crença religiosa. Repetindo, a TVP (como todas as linhas de terapia) possui seus próprios postulados filosóficos, que não são exclusivos, e podem em algum ponto coincidir com os postulados de algumas religiões.

Nós, da TVP, acreditamos que muitos conteúdos (mas nem todos) que nossos pacientes nos apresentam sejam de vidas passadas. Por isto desenvolvemos recursos terapêuticos para lidar com estes conteúdos e produzir a cura e o bem estar.

Obs: o paciente não precisa crer em vidas passadas para se submeter a esta terapia.

 

Regressão: termo usado para descrever o ato de possibilitar com que conteúdos psíquicos (memórias, fantasias, etc.) experienciados no passado aflorem na consciência e sejam trabalhados terapeuticamente segundo métodos e técnicas desenvolvidas pela Terapia de Vidas Passadas.

“Na terapia de regressão dizemos que voltamos ao passado, o que é apenas uma figura de linguagem, pois podemos somente nos dirigir ao futuro, e mesmo assim permanecemos continuamente no presente. Com a regressão ao passado queremos dizer: contatar o passado que carregamos conosco agora. Não voltamos às experiências passadas e vidas passadas, mas ao passado retido que carregamos conosco agora. Não somos viajantes no tempo, mas detetives e cirurgiões em nossa própria videoteca. ... carregamos conosco o passado problemático como sombras não resolvidas e restos não digeridos. Uma regressão terapêutica assimila tal episódio ao discerni-lo, revive-lo e integra-lo, e assim liberando-se dele ... e o resolvemos. (Livro 2, pág. 14)

 

Repercussão cármica: Conceito desenvolvido por Hans Tendam. Descreve a ação de conteúdos não integrados e não elaborados que continuam repercutindo (atuando) ao longo do tempo, nos ciclos de existência do indivíduo, até que (finalmente) sejam elaborados. A função da TVP seria buscar a origem destes conteúdos, a fim (de mais facilmente) poder resolve-los.
Segundo Hans Tendam as repercussões cármicas podem ser de seis tipos: traumas, pseudo-obsessões,  obsessões, hangover, postulados de caráter e alienação.

 

Resíduos cármicos: “tudo o que nos acontece ou que iniciamos cria impressões na substancia mental daquele que experimenta ou faz, de tal maneira que se estabelece uma disposição ou tendência a repetir a ação. As boas ou más ações que realizamos criam o que os iogues chamam de resíduos cármicos, o que são literalmente resíduos de ações passadas (carma = ação)”. Estes resíduos podem ter sua origem também em vidas passadas e serem partes constituintes de nossa mente ao nascermos. Resíduos cármicos criam “disposições, propensões ou tendências para agir de acordo com moldes estabelecidos por reações do passado”. ( Livro 3, pag. 98)

 

Resistência: Durante o processo terapêutico é necessário superar várias dificuldades para que este seja bem sucedido. Uma destas dificuldades são os mecanismos psíquicos que geram resistência. Estas resistências dificultam o acesso ao conteúdo inconsciente e sua conseqüente elaboração e integração à consciência. As resistências surgem mais freqüentemente quando estamos nos aproximando de conteúdos internos que se chocam com nossa auto-imagem, com nossos valores, crenças e identidades.

 

Self: Através de seus estudos C. G. Jung percebeu que havia na mente humana um elemento ordenador o qual denominou Self. “O Self como um princípio unificador dentro da psique humana, ocupa uma posição central de autoridade com relação à vida psicológica e, do destino do indivíduo”. “O Self não é somente o centro”, escreve Jung, “mas também a circunferência total que abrange tanto o consciente como o inconsciente; é o centro desta totalidade como o ego é o centro da mente consciente” (Livro 5, pag193)

A apreensão teórica do termo Self não é fácil. Este conceito é mais facilmente compreendido a partir de experiências vivenciais. As regressões de TVP são momentos propícios para sentir/perceber o funcionamento do Self.

O termo Eu Superior que alguns autores utilizam é bastante parecido com o conceito do Self.
(Vejo o termo Ego)

 

Transe: existem muitas definições para transe, em comum descrevem-no como correspondendo a um estado temporário no qual o ego perde o controle do ser ou cede parte deste controle para outras áreas da mente. Neste momento podem ocorrer fenômenos como alucinação, delírio, percepção diferenciada da audição, tato, olfato, paladar e visão, experiências místicas ou transpessoais, entre outros.

Os transes podem ser induzidos por concentração, respiração, sons, movimentos, drogas, etc. Podem atingir diferentes graus de profundidade, assim como podem eliciar comportamentos e experiências diferentes dependendo da técnica de indução e do contexto em que o transe foi induzido.

 

Trauma: o trauma se forma através de uma experiência de vida na qual a intensidade emocional é muito forte e o ego (consciência) não consegue absorve-la.  Todo trauma gera seqüelas psíquicas. “Durante um trauma nós perdemos a nós mesmos. O ego escapa, ele se despedaça. Um trauma começa com uma experiência aguda; depois o ego colapsa. Nós não estamos pensando mais conscientemente. Nós podemos ser reduzidos a um animal assustado ou a um robô confuso. (Livro 2, pág. 29)

 

 

Livros Citados:

1) Além do Cérebro, Stalisnalav Grof

2) A Cura Profunda, W. Hans Tendam

3) As Várias Vidas da Alma, Roger Woolger

4) Hipnose, considerações atuais, Editora Atheneu, Autores: Moraes Passos e Isabel Labate

5) Dicionário crítico de análise junguiana, Andrews Samuels e outros. 

 

 

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